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Contaminação das Escovas Dentais


As escovas dentais após serem utilizadas, e armazenadas em condições usuais, podem se tornar contaminadas por diferentes tipos de bactérias, inclusive estreptococos do grupo mutans (microorganismos causadores da doença cárie), vírus, leveduras, parasitas intestinais, provenientes da cavidade bucal ou do meio ambiente.
Para a desinfecção das escovas a melhor opção é lavar a escova após seu uso.
A substância indicada para a desinfecção é o gluconato de clorexidina a 0,12% e o cloreto de cetilpiridínio a 0,05%, por serem eficazes na eliminação de bactérias.
Depois de desinfectada a escova deve ser conservada em lugar seco (armários no banheiro).
As escovas dentais devem ser trocadas freqüentemente: indivíduos sadios devem trocar suas escovas a cada três ou quatro meses; indivíduos com gripe ou outras doenças infecciosas devem trocá-las no início e após a cura; indivíduos que sofreram quimioterapia ou que são imunodeprimidos devem trocá-las a cada 2 dias; e indivíduos que sofreram grandes cirurgias devem trocá-las diariamente. É satisfatório um tempo de três a quatro meses as escovas submetidas à desinfectação diariamente.